quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Presença digerida

Algo que é sempre somado aos acontecimentos: Esperança.
Dia desses nos perdemos, voamos, viajamos.
Nem lembro como.
O vento suave de hoje faz recordar aqueles os quais mal consegui ficar parada e por um triz não fui carregada, levada embora.
Consegui me manter firme.
Agora, ficando atenta a qualquer suspeito balanço.
Já não sei o que guardar.
Já não guardo o que eu sei.
Acho que hoje escureci as cores da minha lembrança.
Amanhã acho que não.
Daqui a um mês sim; as pinto novamente.
Me perdi, perdeu- se.
Da janela daqui não há como acenar.
Faltou.
O vento cessou.
O sorriso ficou.
Eu espero um tempo.

2 comentários: